sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ode ao Mar Lusitano .

A onda que bate na rocha
Filha do mar revolto
Não sabe onde nasceu
Mas a espuma branca
Que anuncia a sua morte
Não tarda a sumir
E da onda que quebrou
Toda a rocha a esqueceu

O mar revolto
Pai de todas as ondas
Brada, chora, enlouquece
Mas filhas suas
Encontram sempre destino
Enlaçado com o seu Fim
Embatem e se desmancham
E sua efémera existência perece.

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